segunda-feira, 11 de abril de 2011

“Coisas da vida, choque de opiniões.”


   Como disse no blog anterior, falar sobre as coisas da vida e compartilhar experiências sempre terão choque de opiniões de toda a parte.  Com certeza não é fácil dizer sobre certas coisas que te machucaram tanto a ponto de fazer com que você queira desistir de tudo em um impulso. Falar sobre os dias ruins que aconteceram na sua vida é um desafio enorme, sem proporções. 
    Para chegar a esse momento, de criar um blog e escrever exatamente o que eu sinto em um determinado momento, deixar por escrito fatos que ocorreram na sua vida foram muitos anos e muitos dias que pareciam nunca terminar. Todos os sentimentos mais profundos que você pode passar acontecem em segundos e não tem hora para vir e muito menos para terminar. E quando você passa por rejeição, decepção, traição ou quaisquer outros sentimentos negativos que se possa imaginar, a dificuldade não é como e quando pode terminar esse pesadelo e sim o que se pode fazer quando se passa por essas situações. Passei e muito por isso, mesmo para alguém que não teve muita experiência. Para alguns, ter experiência é quando namora com muitas pessoas ou quando namora com alguém por muito tempo. É fato de que isso não é verdade, tanto é que ao encontrar pessoas próximas a você, eles irão te comprovar o que quero dizer. A única pessoa que pode mudar algo conscientemente, com ou sem arrependimento  é você mesmo. Só você, que nos momentos complicados e difíceis, precisa levantar da cama, abrir a janela e simplesmente dizer as palavras do Oscar Niemeyer: “Fudido não tem vez!”.
 Temos muito pela frente para virarmos a página e encontrarmos o que tanto procuramos.  Enquanto você fica na cama pensando se errou em dizer algo ou por se omitir, passaram-se dias, meses e até anos e nunca iremos recuperar o tempo perdido. Lembre-se sempre que os momentos mais preciosos da nossa vida são aqueles em que uma coisa muito pequena e simples, algo inesperado e incomum está na sua frente e descobrir a alegria que até então estava escondida.

2 comentários:

  1. Olá Cleiton,
    Não consegui compreender a sua linha de pensamento. Mas defendo que as experiências afetivas não podem ser calculadas em anos, mas também não podemos dizer que um namoro longo ou vários namoros não tragam experiências, porque acredito que tudo está relacionado com as pessoas em questão que se envolvem, as circunstâncias e oportunidades de cada um dentro de um relacionamento.
    Realmente como você mesmo disse, o tempo que passou não volta e as pessoas não podem mudar umas às outras, as pessoas podem sim fazer com que as outras descubram em si o que tem de bom, e se conseguirmos despertar no outro o desejo de mudança aí sim, se a pessoa realmente quiser poderá promover em si mudanças.

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  2. Oi Dina! Compreendo que é um tanto complicado entender exatamente o que eu quis dizer. Na verdade, o que se passou em particular na minha vida não se baseou em experiências e sim no fato de ver essas experiências acontecerem. Aprendemos tanta coisa em questão de segundos ou minutos que, a partir do momento em que entramos em um relacionamento afetivo, passamos a entender e viver melhor por tudo o que aprendemos antes. Se por um lado, as pessoas precisaram viver para saber o que precisou aprender, outras pessoas viram e entenderam consigo mesmas de que não devem fazer da mesma forma.

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